Cooperativismo e Associativismo em Santa Catarina

LIvro cooperativismo - Elisandra Forneck

Nome da Entidade/Pessoa Proponente

Elisandra Forneck

CNPJ/CPF do Proponente

03598184980

Segmento

Área

Data Inicio Projeto

01/12/2021

Data Final Projeto

31/12/2022

Município

Chapecó e diversos municípios de SC

Responsável pelo Projeto

Elisandra Forneck

PRONAC

204609

Lei de Incentivo correspondente ao projeto

Cultura

Valor da Proposta

R$ 135.850,00

Valor Captado

R$ 29.250,00

Percentual Captado

21.53

Site do Proponente/Projeto

Não possui

Descritivo sobre a Entidade proponente do projeto / Descritivo currículo pessoa proponente

Historiadora, especialista em ensino de História e Geografia pela Unochapecó, especialista em História Regional pela UFFS, mestre em História Cultural pela UFSC. Pesquisa história e desenvolvimento regional, patrimônio cultural, história da agropecuária e da agroindústria, memórias, cooperação e cooperativismo. É coordenadora/historiadora/restauradora e educadora do Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito – CEMAC, em Chapecó, atuando na salvaguarda, pesquisa e comunicação dos acervos do espaço. Participa regularmente de cursos e eventos da área de patrimônio cultural e história, conforme pode ser visto no currículo lattes. http://lattes.cnpq.br/9680050627519969 . Atuou na pesquisa e revisão do livro “Sicoob MaxiCrédito 30 anos: Sementes da Cooperação”, que foi lançado em 2015. É proponente e responsável pela pesquisa histórica do projeto “Cooperação como Herança”, aprovado pela Lei Rouanet no PRONAC 154094, que teve como produtos uma exposição itinerante e um livro, que foram entregues em 2017. Atuou também na pesquisa da exposição “Chapecó de Ontem e Hoje: imagens de uma trajetória centenária”, organizada pelo CEOM/Unochapecó em parceria com o Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito – CEMAC. Foi proponente, pesquisadora e coordenou o projeto “Entre trilhas e caminhos: a importância do tropeirismo no desenvolvimento de Chapecó”, contemplado no Edital de Linguagens da prefeitura de Chapecó em 2018. É proponente, pesquisadora e coordena o projeto “De fábricas de banha a agroindústrias internacionais: a construção da cultura agroindustrial de Chapecó”, contemplado no Edital de Linguagens da prefeitura de Chapecó em 2019. Foi uma das coordenadoras da organização do curso em Conservação de Acervos Bibliográficos, que foi ministrado em Chapecó em outubro de 2019, pelo museólogo Idemar Ghizzo, contemplado no edital de Linguagens da prefeitura de Chapecó em 2019. É proponente e pesquisadora do projeto “Terra, tradição e memória: pesquisa, acervos, educação patrimonial e preservação do patrimônio cultural no oeste catarinense”, (PRONAC 177186), com parte do valor captado e que começa as pesquisas em dezembro de 2020. É uma das coordenadoras e pesquisadoras do projeto “Cooperativismo e Associativismo em Santa Catarina no contexto da imigração alemã para o Sul do Brasil”, PRONAC 204609, que vai publicar um livro, até 2022, com vários artigos sobre experiências cooperativas em Santa Catarina. É proponente e coordenadora do projeto para publicação do livro “Cooperativismo: das origens aos impactos econômicos e socioculturais no oeste catarinense”, PRONAC 204525. Atua como pesquisadora no projeto “Exposição Fritz Plaumann” (PRONAC 163435), que objetiva realizar exposição fotográfica e traduzir para o português o livro em alemão do entomólogo Fritz Plaumann (Die Entstehung des Lebensde), e está previsto para ser concluído em 2021. É proponente e coordena os projetos “Curso de Conservação Preventiva de Bens Culturais” e “Curso de Gestão e Preservação dos Bens Culturais do Oeste Catarinense”, ambos contemplados no Edital Elisabete Anderle 2019 e 2020, respectivamente. Foi contemplada no Prêmio de Reconhecimento por Trajetória Cultural 2020, da Fundação Catarinense de Cultura-FCC.

Etapas do Projeto

PRÉ-PRODUÇÃO – Duração 12 meses Cadastrar o projeto Captação de recursos Contratação dos profissionais para produção dos produtos do projeto Pesquisa documental e entrevistas Seleção das informações pesquisadas para produção dos painéis explicativos, cartilha e dvd Divulgação do projeto PRODUÇÃO – Duração 10 meses Produção dos painéis explicativos Projeto gráfico, revisão e impressão dos painéis Produção textual da cartilha Projeto gráfico, revisão e impressão da cartilha Roteiro, produção e finalização do documentário Produção do DVD Agendamento das oficinas de socialização do projeto Preparação das oficinas e dispositivos multimídia Realização das oficinas Divulgação do projeto PÓS-PRODUÇÃO – Duração 3 mês Elaboração do Relatório de execução do projeto Distribuição de 20% dos produtos do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público Prestação de contas ao Patrocinador

Objetivos do Projeto

Objetivos Gerais · Pesquisar, preservar e comunicar a história do cooperativismo na região oeste de Santa Catarina; · Preservar acervos e as memórias do cooperativismo a fim de analisar o vínculo dos agricultores com sua região, abordando também suas relações de cooperação e convívio comunitário; · Analisar o impacto econômico, social e cultural do cooperativismo na região oeste catarinense; · Difundir e fomentar o comportamento e o pensar coletivo e a cooperação; · Distribuir gratuitamente os produtos do projeto que serão apresentados em espaços públicos e/ou privados, com entrada franca; · Envolver nas ações de contrapartidas sociais, professores e alunos das escolas públicas e pessoas/famílias cooperadas que residem na área de abrangência do projeto.

Justificativa do Projeto

Esta iniciativa tem por finalidade preservar acervos e as memórias do cooperativismo e analisar o impacto econômico, social e cultural na região oeste catarinense. A ideia inicial partiu do contato com as famílias agricultoras durante o processo de pesquisa realizado para elaboração do livro “Cooperação como Herança”, Pronac n. 154094, realizado em 2016 e 2017, bem como pela experiência profissional e acadêmica da proponente do projeto. Durante a execução do referido projeto, realizado em 2016, ouvimos muitos relatos e coletamos dados e informações que demonstram a necessidade de pesquisar e comunicar os impactos econômicos e socioculturais do cooperativismo no oeste catarinense. Quando analisamos a história do cooperativismo em Santa Catarina, percebemos que a cooperação é muito anterior às instituições cooperativas. As relações de ajuda mútua foram sendo construídas e se fortalecendo, especialmente em momentos de dificuldades, tornando-se com o passar do tempo parte da cultura local, ajudando a traçar a história da região. As primeiras cooperativas surgiram nos primórdios da colonização em Itapiranga e Palmitos, sem intervenção estatal, apenas como forma das comunidades somarem esforços para enfrentar problemas de crédito e produção. Essa característica de organização comunitária acabou se tornando um forte aspecto cultural da região, sendo passada de pai para filho ao longo das gerações. Com o passar dos anos, as instituições cooperativas foram se constituindo importantes não apenas no fortalecimento das comunidades, mas também no movimento econômico dos municípios. No ramo agropecuário, por exemplo, são responsáveis pela maior parte das estruturas de armazenagem e de recolhimento da produção da região. Em Santa Catarina, as cooperativas são responsáveis por 11% do PIB estadual. Em 2017, haviam mais de 2.500 cooperativas registradas na Junta Comercial de Santa Catarina-JUCESC e cerca de 50% da população catarinense está ligada a alguma cooperativa. No estado, o sistema defende que o cooperativismo moderno se expandiu e se transformou em agente de desenvolvimento local e também de modernização da agricultura, possibilitando que pessoas de diversos níveis sociais e econômicos possam se inserir na cadeia produtiva regional e melhorar sua qualidade de vida. Mesmo com suas dificuldades, as cooperativas são responsáveis pela viabilidade econômica de pequenos empreendimentos, tanto urbanos quanto rurais, principalmente aqueles com características de atuação familiar. No setor rural, o apoio financeiro aos jovens, com juros moderados e prazos de pagamento compatíveis com as condições das propriedades (predominantemente de agricultura familiar), visam evitar o êxodo desenfreado, além de tentar garantir condições de profissionalização das atividades. Analisando a região Oeste, estima-se que cerca de 90% dos agricultores são ligados a alguma cooperativa, justificando o porquê em muitos dos municípios as cooperativas são responsáveis por grande parte da economia local, dando sustentação ao município. Em vista disso essa iniciativa visa preservar acervos e as memórias do cooperativismo a fim de analisar o vínculo dos agricultores com sua região, abordando também suas relações de cooperação e convívio comunitário, bem como apresentar o impacto econômico, social e cultural do cooperativismo na região oeste catarinense; A proponente do projeto, Elisandra Forneck, é historiadora, especialista em História Regional pela UFFS, mestre em História Cultural pela UFSC. Sua dissertação de mestrado teve como tema o cooperativismo e a modernização agrícola do oeste catarinense. Atuou como pesquisadora dos livros institucionais de duas das maiores cooperativas da região. É uma das coordenadoras do projeto “Cooperativismo e associativismo em Santa Catarina”, que vai publicar um livro, até 2021, com vários artigos de diversos autores, sobre experiências cooperativas em Santa Catarina. Pesquisa história regional, memórias, patrimônio e cooperativismo. É coordenadora/historiadora do Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito – CEMAC, em Chapecó. Criado em outubro de 2010, é um espaço de salvaguarda e preservação dos bens de natureza material e imaterial da Cooperalfa e do Sicoob MaxiCrédito, da cooperação, do cooperativismo e da agropecuária em suas áreas de atuação.

Público Alvo do Projeto

Professores, alunos, agentes culturais e pessoas do campo e da cidade dos municípios de abrangência do projeto
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